Militantes contra gordofobia pedem medicina mais humana

Por Laura Fernandes

Quando quis engravidar, a consultora de imagem, curadora de moda plus size e mãe Kika Maia, 42 anos, ouviu do médico que seu marido, na época, não iria fazer um filho nela porque estava gorda. “Teve uma médica ginecologista, na mesma época, que disse que eu não poderia engravidar porque não era saudável”, lembra Kika sobre o estigma “gordo não é saudável”.

Adepta do exercício físico e da alimentação equilibrada, Kika optou por uma vida saudável para se prevenir do histórico familiar. Sua mãe tem diabetes e seu pai teve câncer três vezes.

“É possível a pessoa ser gorda e saudável, a partir do momento que cuida da alimentação e faz atividade física”, defende Kika. “Agora, eu não atendo ao estigma de saudável”, completa.

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